Já está claro que a crise econômica assustou e afetou o mundo todo, desde os grandes centros, metrópoles e tenho certeza que também atingiu o interior e os menores como é de praxe.
Tentando ver o lado bom das coisas, em tempos de crises e guerras sempre são desenvolvidos novos modelos de negócio, novas idéias pra fazer a mesma coisa ou uma coisa nova, mas de forma mais fácil, prática e interessante. Pois bem, neste post trago uma reflexão do porque é tão mais interessante investir em Internet, ainda mais em tempos de crise econômica, para exemplificar trago o mega exemplo das Casas Bahia.
Porque fechar lojas ao redor do Brasil e investir num mega projeto de loja na Internet?
Isso já foi falado em vários blogs ao redor da Internet, mas quero aproveitar a ocasião da saída da loja daqui da cidade (vide: http://www.tvsudoeste.com/portal2009/noticia.php?pIdNoticia=4005) e comparação com o fato da entrada desta mega rede de lojas no mundo do e-commerce em fevereiro. Veja a notícia no próprio site: http://site.casasbahia.com.br/noticiasDetalhe.do?cod=943
Como bem dito no texto, eles se interessam no público das classes C e D, para isso já estão lançando propaganda em Lan Houses de todo o Brasil para divulgação do site.
Uma loja física traz custos enormes com produtos em exposição, funcionários, manutenção do espaço, contas fixas e etc. Com algumas lojas a menos, mas com o site a seu favor, tenho certeza que o Grupo Klein está tendo maior retorno financeiro para enfrentar a crise.
O que é mais empolgante neste caso, não é o fato de ter mais um e-commerce na Internet, mas uma empresa que sabe onde está o seu público (maioria de baixa renda), reconhece que ele compra também na Internet e já está muito bem familiarizado com o computador.
A web não soluciona a crise, mas diminui o susto e o impacto dela nas empresas, sejam elas grande ou pequenas em busca de uma boa oportunidade.
Pra finalizar, os rumores são de que a loja fechada em São Sebastião do Paraíso não atingia 50% de sua meta mensal. O objetivo deles com o site é de ter 2% das vendas da rede neste primeiro ano de operação. Sendo assim, fica clara a comparação que a Internet não é mais o futuro, já é realidade para todo o público.
